quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Pedaços do Céu

 Às vezes eu sinto que as nuvens falam comigo, mas lembro logo da minha teoria de que sinto que nada é como se sente. Mais uma vez a contrariedade me persegue! Quem disse que eu ligo? Voltando às nunves... Elas me encantam, me fazem cantar, e por muitas vezes chovem comigo. Digo choram! Formam modos e bichos, me deixando na dúvida e me fazendo tentar adivinhar com um sorriso no olhar.

Ter a sensação de que há pedacinhos dela dentro de mim é encantadora, e eu não falo do algodão doce que comi no mês passado. É como se fossem borboletas do bem! É, eu também não entendo ainda. São borboletas que não vem de lagartas, nem de ovos, nem de embrião. Elas simplesmente não veem de nada vivo, não há reprodução... E surgem juntas com a felicidade interior. Brilham mais do que sorrisos e espalham filhotes por toda parte.

Tenho pedaços meus espalhados pelo céus, e as nuvens os representam super bem. São macias mesmo não podendo tocá-las, são cheirosas mesmo não podendo cheirá-las, são grandes mesmo não sabendo seu real tamanho. São grandes de amor, de cheiro de roupa lavada, são grandes de abraços, de boas sensações e reais intenções!

Existem coisas assim que mesmo estando longe ao seu alcance, você consegue ver tudo realmente como é. E ao mesmo tempo existem coisas que estão tão perto, que você pensa que sabe algo sobre e na verdade não sabe nada. Mas no meio de coisas ruins, idiotas e desastrosas... Existem nuvens!
Sim, nuvens entre nós. 

São pedacinhos do céu que vem com a missão de fazer alguém feliz, esse alguém pode ser você.


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